Instituto Evollution
Dr. Henrique Noronha, médico, no Instituto Evollution
Saúde emocional · Alphaville-SP

A sua ansiedade tem origem, e origem se investiga

com o Dr. Henrique Noronha

A queixa que você contaria é a primeira frase. O que sustenta ela vem depois.

  • Médico, CRM-SP 202999
  • Consulta particular, com hora marcada
  • Instituto Evollution, em Alphaville
O sinal e a origem

Duas pessoas chegam com a mesma ansiedade, e a origem de uma delas é dívida

A gente aprende cedo a botar o que sente na conta do que está acontecendo por fora: o ano que apertou, a entrega grande, a noite mal dormida. E enquanto essa conta fecha, ninguém procura mais nada.

Só que a ansiedade entra como sinal, o corpo avisando que tem alguma coisa desalinhada, e o sinal não diz de onde ele vem.

Tem pessoa que chega contando que a ansiedade aparece sempre no mesmo horário, quando o marido sai para trabalhar. Aí a conversa vai perguntando, e aparece uma coisa antiga, que ela nunca tinha ligado àquilo, e que deixou ela desconfiada de todo mundo. A hora em que ele sai é a hora em que aquilo de antes encosta nela.

E tem pessoa que chega com a mesma ansiedade e uma queixa a mais: não consegue focar em nada, e chama isso de falta de disciplina. Quando se olha de perto, tem uma preocupação séria de dinheiro ocupando a mente dela o dia inteiro, e o foco é só o lugar onde isso aparece. Mesma queixa na porta, origens completamente diferentes.

O que costuma estar por baixo

Três cenas que aparecem no consultório

Nenhuma delas é diagnóstico de ninguém. São padrões, e cada um deles aponta para um lugar diferente do que a pessoa supôs.

O nome que chegou antes do médico

Você fechou o celular de madrugada com um nome para o que sente, e esse nome veio de uma lista. Ter um nome alivia de verdade. Só que ele também fecha a pergunta: com o nome dado, ninguém vai atrás de onde aquilo veio.

Coisas diferentes que começaram no mesmo ano

A ansiedade e o pavio curto podem ter começado juntos. Queixas que não têm nada a ver às vezes saem do mesmo lugar, e a pergunta que abre isso é a data: em que ano aquilo apareceu, e o que mais apareceu por perto.

O controle que ficou ligado depois da época

Controle desse tamanho não nasce de força. Ele nasce de uma época em que soltar saiu caro. A época passou, e o aprendizado continuou ligado no mesmo volume, cobrando num lugar que não é o trabalho.

Antes de escolher com quem tratar

Uma pergunta que vale para qualquer porta

Você abre o celular para procurar, aparece uma porção de nome de abordagem, e cada uma parece boa do jeito que está escrita. Só que o que você quer saber é outra coisa: se aquilo vai chegar a algum lugar.

Cada tipo de trabalho tem o seu propósito. Tem caso que pede um percurso mais longo, e tem caso em que dá para ir direto ao ponto. O que muda o rumo é a pergunta que você faz no começo.

O que a gente espera que mude, e quando a gente olha para isso de novo.

É uma pergunta só, e ela cabe em qualquer porta, inclusive nas outras. Se a pessoa do outro lado consegue dizer o que vai olhar e quando vocês revisam aquilo, você está numa conversa que tem direção. E isso dá para pedir já no primeiro encontro.

A consulta, na ordem

A primeira consulta termina com um caminho na sua mão

O medo de quem vai marcar é falar uma hora inteira, se abrir com uma pessoa que não conhece, e ir embora com uma sensação e nada mais. Aqui o encontro tem uma sequência.

  1. 01

    A pergunta

    Ele pergunta, e vai perguntando, porque é a pergunta que faz aparecer o que você nem sabia que estava ali.

  2. 02

    A origem

    A conversa aprofunda até chegar na origem daquilo que te trouxe: o que ficou de uma época, que significado se instalou ali, e o que se repete desde então.

  3. 03

    O mapeamento emocional

    É assim que ele chama esse encontro inteiro. Não é um questionário: é a sua história lida junto com você.

  4. 04

    O caminho, dito ali mesmo

    Ali mesmo ele diz o que dá para trabalhar e por qual caminho, e a continuidade já fica marcada. Você sai com o seu caso mapeado e com um plano definido.

Dr. Henrique Noronha em atendimento no Instituto Evollution, em Alphaville
A ordem das coisas

Entender primeiro. A decisão sobre remédio vem depois.

Muita gente adia marcar por causa de uma frase só: eu vou sair de lá com receita. Medicamento nunca foi a primeira opção dele, e ele é médico.

E ele prescreve. Quando o quadro está agudo, quando a pessoa não está conseguindo tocar o próprio dia, o medicamento entra, e entra rápido, porque é ele que devolve o chão para a pessoa conseguir trabalhar o resto.

O que vem antes disso é o mapeamento. Com a origem na mesa, dá para separar o que dá para reprogramar do que precisa de apoio para atravessar agora.

A ordem é essa: entender primeiro, e a decisão sobre remédio vem depois, com o motivo dito na sua frente.

Nada nesta página é orientação para começar ou parar qualquer medicação por conta própria. Isso se decide na consulta, com o seu médico.

Aonde essa conversa vai

O objetivo sai combinado no primeiro dia

Você adia isso porque acha que tratar o emocional é entrar para sempre. E faz sentido travar aí: você decide tudo na sua vida com objetivo e com data para revisar, e aqui não sabe nem o que combinar.

Ele diz para quem chega que o objetivo dele é dar alta, e que o motivo é dinheiro. O Dr. Henrique Noronha vive de indicação: quem sai bem manda mais gente do que qualquer outra coisa, e por isso o melhor negócio dele é chegar no ponto de olhar para você e dizer que acha que você está bem. Quando chega esse ponto, ele continua por perto e manda mensagem depois para saber como você está.

Por isso, no primeiro dia, o objetivo já sai combinado, e a data de olhar para ele também. É assim que ele propõe o tratamento, e é por isso que ele consegue dizer aonde a conversa quer chegar.

Quem ele atende

O critério é conversa e raiz

Tem gente que não marca com medo de ser caso perdido, e tem gente com medo de ser caso pequeno. Os dois medos partem da mesma ideia: a de que a escolha é por gravidade.

O critério dele é outro, e é simples. Ele precisa conseguir construir uma conversa com você, e aquilo que te trouxe precisa ter uma raiz que dê para reprogramar.

Tem coisa que responde muito bem a isso. E tem coisa que pede outro tipo de condução, com outro profissional, e isso aparece logo na primeira conversa. Quando é esse o caso, ele encaminha: prefere te mandar para a pessoa certa do que te segurar num lugar que não é o seu.

Quem responde essa pergunta é a primeira conversa, e é exatamente para isso que ela existe.

Dr. Henrique Noronha, médico, CRM-SP 202999
Quem vai te ouvir

Dr. Henrique Noronha

Médico, CRM-SP 202999, com formação em hipnoterapia. Atende saúde emocional no Instituto Evollution, em Alphaville, Barueri.

Por anos ele fugiu de uma área só na medicina: justamente a que trata ansiedade. Ele passou por ansiedade na adolescência, e por um período em que nada o alcançava, antes de entrar na medicina. E era pesado demais chegar perto de uma coisa que tinha sido dele.

O que o trouxe de volta foi ter se tratado. Quando viu por dentro que aquilo tinha uma origem, e que dava para mexer na origem, a área que ele evitava virou a área que ele escolheu.

Quem procura ajuda costuma ser quem sempre foi o forte da casa, e sentar na cadeira de quem pede ajuda parece uma inversão de papel. Aqui você senta na frente de quem já esteve no seu lugar.

  • Mapeamento emocional na primeira consulta
  • A origem investigada antes de qualquer conduta
  • Objetivo e data de revisão combinados no início
  • Encaminhamento quando o caso pede outra condução
O próximo passo

Tudo certo por fora, e nada por dentro

Você bateu a meta, entregou o projeto grande, e no emocional aquilo durou pouco. Aí você olha em volta e está tudo certo: a empresa anda, a casa anda, as pessoas acham que você está ótimo. Não tem do que reclamar, e é justamente isso que tranca.

Na consulta tem uma hora em que a pessoa já contou tudo o que está certo na vida dela, e aí diz assim: eu tenho tudo para estar bem, mas não consigo me sentir bem. Quem diz isso está descrevendo um sintoma, e sintoma tem origem.

Agende sua consulta Atendimento particular · Dr. Henrique Noronha, CRM-SP 202999
Onde a consulta acontece

Instituto Evollution, em Alphaville

A consulta acontece presencialmente, em Alphaville, Barueri.

Lounge de recepção do Instituto Evollution
Sala de espera do Instituto Evollution
Copa do Instituto Evollution
Corredor dos consultórios do Instituto Evollution
Dúvidas frequentes

O que mais perguntam antes de marcar

Como é a primeira consulta?

Ela tem uma sequência. O Dr. Henrique pergunta, e vai perguntando, até a conversa chegar na origem daquilo que te trouxe: o que ficou de uma época, que significado se instalou ali e o que se repete desde então. Esse encontro inteiro ele chama de mapeamento emocional. Ali mesmo ele diz o que dá para trabalhar e por qual caminho, e a continuidade já fica marcada. Você sai com o seu caso mapeado e com um plano definido.

Eu vou sair da consulta com receita?

Medicamento nunca foi a primeira opção dele. Ele prescreve quando o quadro está agudo, quando a pessoa não está conseguindo tocar o próprio dia, porque é o que devolve o chão para ela conseguir trabalhar o resto. O que vem antes de qualquer decisão é o mapeamento, e a decisão sobre remédio vem depois, com o motivo dito na sua frente. Nada nesta página é orientação para começar ou parar medicação por conta própria.

Isso vira um compromisso sem prazo?

O objetivo sai combinado no primeiro dia, e a data de olhar para ele também. Ele não trabalha com promessa de resultado e não diz de antemão quanto tempo o seu caso leva, porque cada pessoa responde de um jeito. O que existe é um objetivo declarado, uma data para revisar e uma conversa que tem direção.

E se o meu caso for grave demais, ou pequeno demais?

O critério dele não é gravidade. Ele precisa conseguir construir uma conversa com você, e aquilo que te trouxe precisa ter uma raiz que dê para reprogramar. Tem coisa que responde muito bem a isso, e tem coisa que pede outro tipo de condução, com outro profissional. Quando é esse o caso, ele encaminha. Quem responde essa pergunta é a primeira conversa.

Eu preciso já saber o que eu tenho para marcar?

Não. A queixa que você contaria na porta é a primeira frase, e o que sustenta ela costuma estar numa parte da sua história que você nem pensaria em contar. Descobrir isso é o trabalho da consulta, não um pré-requisito dela.

Onde o Dr. Henrique Noronha atende?

No Instituto Evollution, na Av. Copacabana, 190, 6º andar, Edifício Lazulli, Alphaville, Barueri, São Paulo. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h30 às 18h, e é particular. Para horários disponíveis, fale com a equipe pelo WhatsApp, no botão desta página.

Localização

Como chegar

Av. Copacabana, 190, 6º andar, Edifício Lazulli
Empresarial 18 do Forte, Alphaville, Barueri, SP, 06472-001

Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
Atendimento particular

Agende sua consulta